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Dra. Marina Fantini

Transposição das Grandes Artérias (TGA): Saiba tudo a respeito

Transposição das Grandes Artérias (TGA): Saiba tudo a respeito

A Transposição das Grandes Artérias (TGA) é uma cardiopatia congênita complexa, caracterizada por uma troca anômala na conexão dos principais vasos do coração.

Nessa condição, a aorta nasce do ventrículo direito e a artéria pulmonar nasce do ventrículo esquerdo — exatamente o contrário da anatomia normal.

Em um coração saudável, o sangue pobre em oxigênio chega ao átrio direito, passa para o ventrículo direito e é bombeado para os pulmões pela artéria pulmonar. Depois de oxigenado, retorna ao átrio esquerdo, passa para o ventrículo esquerdo e é distribuído para o corpo pela aorta. Na TGA, esse fluxo fica “invertido”:

  • O ventrículo direito envia sangue não oxigenado diretamente para o corpo pela aorta.
  • O ventrículo esquerdo envia sangue oxigenado de volta para os pulmões pela artéria pulmonar.

Isso gera duas circulações paralelas e não comunicantes, em vez de uma circulação integrada. Sem algum tipo de comunicação adicional — como forame oval patente, comunicação interatrial, comunicação interventricular ou canal arterial patente — o sangue oxigenado não chega ao corpo, e o recém-nascido apresenta cianose grave logo nos primeiros minutos de vida.

A TGA é uma das cardiopatias congênitas críticas mais frequentes, correspondendo a cerca de 5 a 7% de todas as cardiopatias congênitas e ocorrendo em aproximadamente 1 a cada 3.000 a 5.000 nascidos vivos.

É uma condição que exige diagnóstico imediato e intervenção precoce, pois, sem tratamento, é incompatível com a vida nas primeiras semanas.

transposição das grandes artérias

Como a TGA afeta a circulação do sangue no coração

Na Transposição das Grandes Artérias (TGA), a circulação sanguínea fica organizada em dois circuitos paralelos, e não em série, como acontece em um coração normal. Isso significa que o sangue oxigenado não consegue chegar ao corpo de forma adequada sem a presença de comunicações adicionais.

No coração normal, o sangue segue este caminho:

  1. O sangue venoso (pobre em oxigênio) chega ao átrio direito, passa para o ventrículo direito e é enviado para os pulmões pela artéria pulmonar.
  2. Após receber oxigênio nos pulmões, retorna ao átrio esquerdo, passa para o ventrículo esquerdo e é bombeado para todo o corpo pela aorta.

Na TGA, esse fluxo é invertido:

  • O ventrículo direito bombeia o sangue venoso diretamente para a aorta, enviando ao corpo sangue pobre em oxigênio.
  • O ventrículo esquerdo bombeia o sangue oxigenado de volta para os pulmões, através da artéria pulmonar, sem que esse sangue chegue aos órgãos e tecidos.

Assim, formam-se duas circulações isoladas:

  • Circulação sistêmica: corpo → átrio direito → ventrículo direito → aorta → corpo (sem oxigenação adequada).
  • Circulação pulmonar: pulmões → átrio esquerdo → ventrículo esquerdo → artéria pulmonar → pulmões (com excesso de oxigenação inútil).

Essa configuração só é compatível com a vida se houver algum ponto de mistura de sangue entre as duas circulações, como um forame oval patente, comunicação interatrial, comunicação interventricular ou canal arterial patente.

Esses canais permitem que parte do sangue oxigenado dos pulmões se misture ao sangue venoso, garantindo oxigenação mínima para o corpo até que seja feita a correção cirúrgica.

Sem essa mistura, o recém-nascido evolui rapidamente com cianose intensa e insuficiência circulatória grave, tornando o diagnóstico imediato e a intervenção precoce absolutamente fundamentais.

Causas e fatores de risco para a TGA

A Transposição das Grandes Artérias (TGA) é uma cardiopatia congênita que se forma ainda nas primeiras semanas de gestação, durante o desenvolvimento do coração do feto. Nessa fase, ocorre a divisão do tronco arterial comum em duas grandes artérias: a aorta e a artéria pulmonar.

Na TGA, esse processo não acontece de forma correta, e as artérias acabam conectadas aos ventrículos invertidos — a aorta ao ventrículo direito e a artéria pulmonar ao ventrículo esquerdo.

As causas exatas da TGA ainda não são totalmente compreendidas, mas acredita-se que estejam relacionadas a uma combinação de fatores genéticos e ambientais.

Diferentemente de outras cardiopatias congênitas, a TGA raramente está associada a síndromes cromossômicas conhecidas, mas alguns fatores de risco já foram identificados:

  • História familiar de cardiopatia congênita: o risco aumenta quando há parentes de primeiro grau com defeitos cardíacos.
  • Diabetes materno mal controlado: mães com diabetes durante a gestação apresentam risco maior de ter filhos com TGA.
  • Exposição a fatores ambientais na gravidez: como álcool, tabaco, medicamentos teratogênicos ou infecções virais nas primeiras semanas de gestação.
  • Idade materna avançada: embora menos consistente, alguns estudos sugerem que pode aumentar o risco de cardiopatias congênitas.
  • Defeitos genéticos esporádicos: alterações em genes envolvidos na formação do coração podem estar presentes, mesmo sem histórico familiar.

Apesar desses fatores, na maioria das vezes a TGA surge sem uma causa identificável clara, e nada que os pais tenham feito ou deixado de fazer é responsável direto pelo surgimento da cardiopatia.

O diagnóstico precoce por ecocardiograma fetal tem papel fundamental, pois permite identificar a malformação ainda na gestação e planejar o parto em um centro especializado, aumentando muito as chances de sobrevida do recém-nascido.

Sinais e sintomas da transposição das grandes artérias

A Transposição das Grandes Artérias (TGA) é uma cardiopatia congênita crítica, e seus sinais costumam aparecer já nos primeiros minutos ou horas de vida.

Isso acontece porque, após o nascimento, as comunicações fetais (como o canal arterial e o forame oval) começam a se fechar, reduzindo a possibilidade de mistura de sangue oxigenado com sangue venoso. Sem essa mistura, o organismo não recebe oxigênio suficiente.

O sintoma mais característico é a cianose intensa, ou seja, a coloração azulada da pele, lábios e unhas. Essa cianose geralmente não melhora mesmo com o fornecimento de oxigênio suplementar, o que é um sinal de alerta importante.

Além da cianose, podem surgir outros sinais e sintomas:

  • Taquipneia (respiração acelerada), como tentativa do corpo de compensar a baixa oxigenação.
  • Dificuldade para mamar, fraqueza ou fadiga ao se alimentar.
  • Baixo ganho de peso nos primeiros dias ou semanas de vida.
  • Irritabilidade ou sonolência excessiva, causadas pela falta de oxigênio nos tecidos.
  • Em casos de fechamento precoce do canal arterial, o quadro pode evoluir rapidamente para choque circulatório, com palidez, extremidades frias, pulso fraco e risco de vida imediato.

Vale lembrar que a gravidade dos sintomas pode variar dependendo da presença de comunicações adicionais no coração (como CIA, CIV ou canal arterial patente).

Quanto maiores forem esses pontos de mistura de sangue, mais estável pode estar o recém-nascido nos primeiros dias, embora o defeito siga sendo crítico e necessite de correção cirúrgica precoce.

Diante de um recém-nascido com cianose persistente e refratária ao oxigênio, a suspeita de TGA deve ser imediata, sendo indispensável a realização de um ecocardiograma para confirmar o diagnóstico e iniciar rapidamente o tratamento.

Como é feito o diagnóstico da TGA

O diagnóstico da Transposição das Grandes Artérias (TGA) pode ser realizado ainda durante a gestação ou logo após o nascimento, dependendo da gravidade do quadro clínico.

Nos últimos anos, o ecocardiograma fetal, feito entre 18 e 22 semanas de gestação, tornou-se a principal ferramenta para identificar a TGA ainda no útero materno. Esse exame permite visualizar a conexão anômala das grandes artérias e já preparar a família e a equipe médica para o parto em um centro especializado, garantindo tratamento imediato após o nascimento.

ecocardiograma fetal

Quando o diagnóstico não é feito no período pré-natal, o recém-nascido geralmente apresenta cianose intensa logo nas primeiras horas ou dias de vida, levando à investigação. O exame físico pode levantar a suspeita, mas a confirmação depende de exames de imagem e avaliação cardiológica especializada.

O ecocardiograma transtorácico é o método padrão-ouro para confirmar a TGA. Ele mostra claramente a origem invertida da aorta e da artéria pulmonar, além de avaliar se existem comunicações adicionais (como comunicação interatrial, interventricular ou canal arterial patente), fundamentais para a sobrevivência temporária do bebê.

Outros exames complementares podem ajudar:

  • Oximetria de pulso: detecta queda significativa da saturação de oxigênio.
  • Gasometria arterial: mostra hipóxia grave, muitas vezes resistente ao oxigênio suplementar.
  • Radiografia de tórax: pode revelar aumento da silhueta cardíaca e aumento da vascularização pulmonar.
  • Eletrocardiograma (ECG): geralmente mostra sinais de sobrecarga ventricular direita.

Em casos selecionados, o cateterismo cardíaco pode ser realizado, tanto com finalidade diagnóstica quanto terapêutica, por exemplo, na realização da septectomia atrial com balão (procedimento de Rashkind), indicada quando há pouca mistura de sangue entre os átrios e o bebê apresenta cianose grave.

Assim, o diagnóstico da TGA depende da combinação entre suspeita clínica precoce e confirmação por ecocardiograma, permitindo que a intervenção seja realizada em tempo adequado para salvar a vida do recém-nascido.

Tratamento: cirurgia de Jatene e cuidados pós-operatórios

O tratamento definitivo da Transposição das Grandes Artérias (TGA) é cirúrgico.

O procedimento de escolha, realizado em praticamente todos os centros especializados do mundo, é a cirurgia de Jatene, também chamada de switch arterial.

Desenvolvida pelo cirurgião brasileiro Adib Jatene em 1975, ela revolucionou o prognóstico dessa cardiopatia congênita.

Na cirurgia, realizada nos primeiros dias ou semanas de vida, o cirurgião desconecta a aorta e a artéria pulmonar de seus ventrículos originais e as reconecta aos ventrículos corretos:

  • A aorta passa a sair do ventrículo esquerdo (levando sangue oxigenado para o corpo).
  • A artéria pulmonar passa a sair do ventrículo direito (levando sangue venoso para os pulmões).

Além disso, é feita a transferência das artérias coronárias para a nova aorta, garantindo a irrigação do músculo cardíaco.

Essa etapa é considerada a mais delicada da cirurgia.

Cuidados pós-operatórios

Após a cirurgia de Jatene, o recém-nascido permanece em unidade de terapia intensiva pediátrica, onde é monitorado de forma contínua.

Os principais pontos de atenção incluem:

  • Função do ventrículo esquerdo: que passa a assumir, de forma imediata, a circulação sistêmica.
  • Irrigação coronariana: avaliada cuidadosamente após a reimplantação das coronárias.
  • Controle da pressão arterial e da oxigenação, para evitar sobrecarga cardíaca.
  • Prevenção de arritmias e disfunções hemodinâmicas.
  • Suporte ventilatório e nutricional, fundamentais nos primeiros dias.

Em alguns casos de instabilidade grave, pode ser necessário suporte avançado com oxigenação por membrana extracorpórea (ECMO), até que o coração se recupere.

Prognóstico

Graças à cirurgia de Jatene, a sobrevida da TGA melhorou drasticamente. Atualmente, em centros especializados, mais de 90% dos recém-nascidos operados sobrevivem e muitos alcançam a vida adulta com boa qualidade de vida.

A longo prazo, o acompanhamento cardiológico é essencial para monitorar a função do ventrículo esquerdo, avaliar a anatomia das coronárias e identificar possíveis complicações tardias, como estreitamento das artérias ou insuficiência valvar.

Assim, a cirurgia de Jatene representa um dos maiores avanços da cardiologia pediátrica: um procedimento brasileiro que transformou uma condição antes letal em uma doença com expectativa real de futuro.

Prognóstico e qualidade de vida após a correção

O advento da cirurgia de Jatene (switch arterial) transformou completamente o prognóstico da Transposição das Grandes Artérias (TGA).

Antes dessa técnica, a maioria dos recém-nascidos não sobrevivia além das primeiras semanas de vida.

Hoje, em centros especializados, a taxa de sobrevida supera 90% na infância e muitas crianças alcançam a adolescência e a vida adulta com boa qualidade de vida.

Após a correção, o ventrículo esquerdo assume sua função natural de bombear sangue para o corpo, o que garante melhor adaptação hemodinâmica a longo prazo.

A maioria dos pacientes pode ter crescimento e desenvolvimento normais, frequentar a escola, praticar atividades físicas leves a moderadas e levar uma vida próxima da normalidade.

prognóstico após transposição das grandes artérias

No entanto, o acompanhamento clínico ao longo da vida é indispensável.

Algumas complicações podem surgir com o passar dos anos, como:

  • Problemas coronarianos, relacionados ao reimplante das artérias coronárias durante a cirurgia.
  • Insuficiência valvar (principalmente da valva pulmonar ou aórtica).
  • Arritmias cardíacas, que podem aparecer na adolescência ou idade adulta.
  • Disfunção ventricular tardia, em menor número de casos.

Apesar desses riscos, a maioria das crianças operadas apresenta evolução muito favorável, com boa capacidade funcional e expectativa de vida crescente.

Estudos de longo prazo já mostram que muitos adultos operados na infância conseguem estudar, trabalhar, formar famílias e manter uma rotina ativa.

O grande diferencial está no seguimento regular com cardiologistas especializados em cardiopatias congênitas, que permite identificar precocemente complicações, indicar exames de imagem de controle (como ecocardiograma, ressonância magnética ou tomografia) e orientar sobre limites de atividade física ou necessidade de intervenções adicionais.

Assim, com diagnóstico precoce, correção cirúrgica bem-sucedida e acompanhamento contínuo, a TGA deixou de ser uma condição incompatível com a vida para se tornar uma história de superação, marcada pela possibilidade real de futuro pleno e saudável.

Perguntas frequentes

TGA tem cura?

A Transposição das Grandes Artérias (TGA) é uma das cardiopatias congênitas mais graves, mas, felizmente, também é uma das que mais se beneficiou dos avanços da cirurgia cardíaca.

A cirurgia de Jatene (switch arterial), realizada nos primeiros dias de vida, reposiciona a aorta e a artéria pulmonar em seus ventrículos corretos e transfere as artérias coronárias, restabelecendo a circulação normal.

Podemos dizer que a cirurgia corrige de forma anatômica e funcional o defeito, permitindo que o coração funcione como o de uma criança sem cardiopatia congênita. Nesse sentido, sim: a TGA tem “cura cirúrgica”, já que o bebê pode ter desenvolvimento normal, expectativa de vida longa e boa qualidade de vida.

No entanto, é importante destacar que o paciente permanece com um histórico de cardiopatia congênita complexa e precisa de acompanhamento médico regular ao longo da vida. Isso porque podem surgir complicações tardias, como alterações coronarianas, insuficiência valvar ou arritmias.

Por isso, em vez de pensar apenas em “cura”, o mais adequado é falar em tratamento definitivo com necessidade de seguimento clínico contínuo.

Graças ao diagnóstico precoce e à cirurgia de Jatene, hoje a TGA deixou de ser uma condição letal para se tornar uma cardiopatia altamente tratável, em que a maioria das crianças cresce saudável, estuda, pratica atividades físicas e alcança a vida adulta com qualidade.

Como é a cirurgia de Jatene?

A cirurgia de Jatene (ou switch arterial) é feita nos primeiros dias de vida e corrige a Transposição das Grandes Artérias (TGA).

O cirurgião desconecta a aorta e a artéria pulmonar dos ventrículos errados e as reconecta aos ventrículos corretos. Além disso, as artérias coronárias são transferidas para a nova aorta, garantindo a irrigação do coração.

Com isso, o ventrículo esquerdo passa a bombear sangue oxigenado para o corpo e o ventrículo direito envia sangue venoso para os pulmões — restabelecendo a circulação normal.

Um bebê com TGA pode levar uma vida normal?

Sim, hoje um bebê com Transposição das Grandes Artérias (TGA) pode levar uma vida próxima do normal, desde que receba o tratamento adequado no tempo certo. Antes do desenvolvimento da cirurgia de Jatene (switch arterial), a TGA era considerada uma condição quase sempre letal.

Com os avanços da cirurgia cardíaca, da terapia intensiva neonatal e do diagnóstico precoce, a maioria dos bebês operados tem alta taxa de sobrevida e pode crescer com bom desenvolvimento físico e cognitivo.

Após a correção, muitas crianças frequentam a escola normalmente, praticam atividades físicas (com algumas adaptações quando necessário) e alcançam a vida adulta com qualidade de vida.

O acompanhamento cardiológico ao longo da vida é essencial, pois, mesmo após uma cirurgia bem-sucedida, podem surgir complicações tardias, como alterações coronarianas, insuficiência valvar ou arritmias.

Portanto, embora um bebê com TGA nunca deixe de ter o histórico de uma cardiopatia congênita complexa, o tratamento atual permite que ele tenha boa expectativa de futuro.

Com diagnóstico precoce, cirurgia realizada em centro especializado e seguimento regular, é possível sim que leve uma vida plena, saudável e produtiva.

Qual médico procurar em caso de Transposição das Grandes Artérias

Dra. Marina Fantini é altamente qualificada e carrega consigo um amplo conhecimento nas áreas de pediatria e cardiologia.

É coordenadora da Cardiologia Pediátrica e ECMO na Rede Mater Dei, CEO da Ecmo Minas, professora do curso de medicina da Faculdade de Ciências Médicas e da pós-graduação no Instituto de Ensino e Pesquisa da Santa Casa de Belo Horizonte.

É também membro titular da Sociedade Brasileira de Pediatria, membro da Sociedade Brasileira de Cardiologia e Especialista em ECMO pela ELSO.

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Gislene Gonçalves

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"Dra Marina é sensacional! Excelente profissional e amorosa com as crianças! Encontrei dra Marina no momento mais complicado da vida da minha filha, que tem sindrome de Edwards, a Trissomia do 18. Dra Marina acreditou em minha filha Luísa e fez a bandagem da artéria pulmonar com dois meses de vida e foi um sucesso! Só tenho a agradecer por tudo!"

Michelle Lacerda

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"Há 10 anos convivendo com cardiopediatras, tenho autoridade nessa opinião. Dra. Marina.. Um anjo de Deus na terra! Atenciosa.. Carinhosa.. Preocupa com o bem estar geral da família. Inteligentíssima! É a médica que fez medicina por amor. Super acessível. Atende nosso telefonema, responde nossas msgs. É a cardiopediatra que seu filho precisa!"

Eduarda Bretas

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"Dra. Marina é uma médica excelente. Cuida da minha filha desde a vida fetal. Nos passa muita confiança, sempre atenciosa e cuidadosa. Minha filha tem cardiopatia congênita grave. Ja fez uma cirurgia com a equipe da Dra. Marina e deu tudo certo."

Karine Xavier

Karine Xavier

"Sem palavras para uma profissional tão humana, atenciosa e acima de tudo apaixonada pelo caminho que escolheu! Fomos acolhidos, escutados e direcionados de forma precisa!! Parabéns Dra Marina que Deus e Nossa Senhora te dê muita saúde para continuar exercendo sua profissão!"

Fábio Andrade

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"É uma profissional exemplar! Muito humana e competente. Não sou paciente, sou fã. Fazemos acompanhamento com ela mesmo morando a 360km de distância."

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"Extremamente competente, atenciosa com os pais e pacientes, uma referência pra cardiologia pediátrica."